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A indústria avícola passou a fazer uso da
vacinação no incubatório na década de 70, numa
clara ofensiva contra as grandes perdas
econômicas provocadas pela Doença de Marek, uma
enfermidade até então pouco conhecida. Esta
estratégia de controle da doença contribuiu para
limitar a utilização de uma enorme gama de
medicamentos, que vinham sendo
indiscriminadamente utilizados com resultados
inconsistentes. |
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Introdução: No final da década de
60 iniciou-se uma história de sucesso no
desenvolvimento das vacinas avícolas. Após
intensivos testes de campo, a primeira vacina
contra a Doença de Marek foi introduzida no
mercado norte-americano em 1970. O seu êxito,
evidenciado pela redução dos problemas de campo,
foi tão marcante que em poucos meses a vacinação
passou a ser uma prática rotineira adotada no
mundo inteiro. Porém, muitas tentativas
fracassam após anos de pesquisa e grandes
investimentos, pois o lançamento de uma nova
vacina no mercado é um processo complexo, desde
a concepção do projeto até a elaboração das
estratégias de marketing.
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Amigo internauta:
Seja bem vindo ao
Catálogo Eletrônico da Fort Dodge. Aqui você vai
encontrar informações sobre nossa linha de
produtos biológicos para a Avicultura.
Vacinas de qualidade comprovada,
produzidas para atender os mais exigentes padrões
internacionais. Para saber mais sobre os produtos
e serviços Fort Dodge, navegue pela nossa home
page ou consulte nosso Serviço de Atendimento ao
Consumidor (SAC - 0800 7019987). |
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A aplicação de vacinas por via massal é
essencial na indústria avícola, especialmente
para o segmento de frangos de corte. Dentre as
técnicas disponíveis, o spray tem sido utilizado
com bastante sucesso e vem ganhando maior
popularidade em razão das atualizações no
manejo, dos novos equipamentos introduzidos e da
necessidade de redução dos custos de produção.
Vacinando por meio de spray podemos evitar
problemas relacionados à disponibilidade e à qualidade
da água de bebida e ao tempo de vacinação. Além disso,
pode-se obter melhor controle do processo em si,
contribuindo para maior cobertura vacinal do lote... |
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Nos anos 80, os relatos de Salmonella
enteritidis (SE) como causa primária de infecções
alimentares em humanos eram infreqüentes. Apenas
uma década mais tarde, em 1990, SE passou a
dominar as estatísticas como o principal agente de
infecção nos Estados Unidos. No mesmo período,
autoridades sanitárias do Reino Unido, Japão e
Europa também identificavam este sorotipo como o
mais emergente nos casos de salmonelose em
humanos.
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O uso de vacinas inativadas tem sido uma
importante ferramenta para a proteção de aves de
ciclo longo contra as principais enfermidades de
etiologia viral ou bacteriana. Vacinas
emulsionadas em adjuvantes oleosos potencializam
e uniformizam a resposta humoral previamente
induzida por vacinas vivas, reduzindo assim a
mão-de-obra e o estresse decorrente de
vacinações freqüentes.
No segmento de postura comercial, utilizamos
vacinas inativadas para proteger as aves durante toda a
fase de produção de ovos. Em aves reprodutoras, além da
imunização da própria ave, nosso objetivo é estimular a
produção de uma concentração sangüínea elevada de
anticorpos, visando a transferência de imunidade passiva
para a progênie. Em uma vacina inativada ideal,
procuramos conjugar imunogenicidade e inocuidade. Esta
busca constante do equilíbrio entre a capacidade de
produzir uma resposta imunológica sólida e a ausência de
reações adversas resultou no desenvolvimento de novas
tecnologias de produção, formulação e emulsificação. A
Fort Dodge orgulha-se de colocar à sua disposição a mais
completa linha de vacinas inativadas do mercado.
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Um dos maiores desafios da indústria
avícola moderna é o controle das enfermidades
imunodepressoras. Direta ou indiretamente, elas
impactam negativamente sobre os resultados
econômicos e o desempenho zootécnico das aves.
Doenças como Gumboro, Anemia Infecciosa e as
Micotoxicoses manifestam seus efeitos sobre o
principal órgão linfóide primário das aves: a
Bolsa de Fabrício.
Dessa forma, a vigilância constante das
características morfológicas, anatômicas e funcionais da
bolsa é extremamente importante para a manutenção do
status sanitário dos plantéis avícolas.
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- Proteção completa contra cepas
virulentas da Doença de Gumboro (G11);
-
Ótima difusibilidade lateral;
- Capacidade
de romper barreira de anticorpos maternos em
níveis mais altos;
- Produzida em ovos
embrionados SPF; - Programa de vacinação em dose
única para frangos de
corte;
-
Comprovada estabilidade genética;
- Compatível com
outras vacinas;
- Permite regeneração folicular 2 a 3
semanas após a vacinação.
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Desde os primeiros relatos de sua ocorrência no Brasil (Arnz e Hafez, 1995), o Pneumovírus Aviário tem sido motivo de constante preocupação para a indústria avícola.A enfermidade, também conhecida como Rinotraqueíte dos perus (TRT) ou Síndrome da Cabeça Inchada das galinhas (SHS), é cada vez mais prevalente em todas as principais regiões produtoras do país, causando elevadas perdas de produtividade e aumento dos custos com medicação. |
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